Morfossintaxe e o ensino de língua materna
PDF (Português (Brasil))

Palabras clave

Morfossintaxe
Contrato comunicativo
Prática pedagógica

Cómo citar

LANDIM, A. F. M. Morfossintaxe e o ensino de língua materna: uma reflexão sobre estruturas que materializam a comunicação em língua portuguesa. Docent Discunt, Engenheiro coelho (SP), v. 2, n. 1, p. 71–82, 2021. DOI: 10.19141/2763-5163.docentdiscunt.v2.n1.p71-82. Disponível em: https://unasp.emnuvens.com.br/rdd/article/view/1370. Acesso em: 31 ago. 2025.

Resumen

O presente artigo ocupa-se de uma reflexão sobre o papel da morfossintaxe no ensino de língua materna e em questões que podem auxiliar o professor de língua portuguesa a colocar essas noções em prática em sala de aula sem desprezar a comunicação, ou seja, pondera que é possível trabalhar questões estruturais de língua da perspectiva de atos comunicativo-linguageiros. Passa pela noção de contrato de comunicação como pano de fundo para as reflexões que se interpõem e, dessa perspectiva, revisita os eixos sintagmático e paradigmático para então abordar a temática do estudo das estruturas linguísticas sob a visão do ato de comunicação. O artigo procura responder à problemática sobre o papel da morfossintaxe no ensino de língua materna, reflete sobre as estruturas linguísticas que materializam a comunicação e, por fim, ancorado em práticas pedagógicas, insere as noções morfossintáticas no plano do trabalho do professor de língua materna desembocando em uma reflexão sobre a importância dos estudos estruturais sempre aliados aos elementos comunicativos constitutivos dos processos linguísticos.

https://doi.org/10.19141/2763-5163.docentdiscunt.v2.n1.p71-82
PDF (Português (Brasil))

Citas

AMORIM, M. C. F. A posição do sujeito em português. 2003. 145f. Dissertação (Mestrado em Linguística Geral) – Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Coimbra, 2003.

ANTUNES, I. Muito além da gramática. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.

CARONE, F. B. Morfossintaxe. São Paulo: Ática, 1995.

CHARAUDEAU, P. Visadas discursivas, gêneros situacionais e construção textual. In: MACHADO, I. L; MELO, R. (Orgs.). Gêneros: Reflexões em análise do discurso. Belo Horizonte: Núcleo de Análise do discurso, Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, Faculdade de Letras da UFMG, 2004, p. 13-41.

LANDIM, A. F. M. Morfossintaxe e o ensino de língua materna: um olhar às estruturas linguísticas que materializam a comunicação. 2011. 38f. Trabalho de Conclusão de Curso (Lato sensu em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira) – Centro Universitário Adventista de São Paulo, Engenheiro Coelho, SP, 2011.

LUFT, C. P. Língua e liberdade: por uma nova concepção da língua materna. São Paulo: Parábola Editorial, 1998.

POSSENTI, S. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das Letras, 1996.

SAUTCHUK, I. Prática de morfossintaxe: como e por que aprender análise (morfo)sintática. Barueri: Manole, 2004.

SILVA, R. V. M. O português são dois: novas fronteiras, velhos problemas. São Paulo: Parábola

Editorial, 2004

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Derechos de autor 2021 Docent Discunt

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.