A "aliança" e a economia patriarcal
Palabras clave:
Aliança, economia patriarcal, valor, bens, relações sociaisResumen
Toda atividade humana e suas relações sociais estão incorporadas na economia. A economia de um grupo social está relacionada com mecanismos de produção, circulação e consumo de bens (K. Polanyi). A circulação de bens é um processo de transferência de produtos (comércio). A transferência depende do valor determinado a cada bem. Segundo as teorias econômicas, o valor de um objeto está associado a sua utilidade e poder de compra: “valor de uso” e “valor de troca” (Adam Smith); e ao trabalho despendido, sendo o “trabalho o primeiro preço do objeto” (K. Marx). Não se deve ignorar o “valor do significado” do objeto (Vautsaki). No estudo da economia das sociedades antigas, em geral, aplicam-se as duas primeiras teorias. No entanto, na sociedade patriarcal, impera uma economia baseada no “significado do valor” dos objetos. Esse significado tem seu princípio na “Aliança” entre Deus e o patriarca Abraão. No período patriarcal, o significado da “Aliança” é o princípio que fundamenta a economia, porque outorga valor aos bens. A relação entre a “Aliança”, como fundamento, e a economia patriarcal, se manifesta na distribuição de bens que ocorre em três esferas: na esfera do direito; do prestigio e da subsistência. Na esfera do direito a circulação de bens ocorre no matrimônio. Na esfera do prestigio, na primogenitura e na transferência da terra. Na esfera de subsistência, os bens circulam na hospitalidade, no comprometimento social, na proteção ao necessitado (leis de proteção), do Ano Sabático, nas instituições familiares como o Jubileu, o Levirato, e o papel do Resgatador. Baseada na “Aliança”, a economia do período patriarcal estabelece uma sociedade única na história (a sociedade patriarcal), onde a circulação de bens não é realizada por mecanismos de compra e venda. Isso quer dizer que nessa sociedade, ninguém compra e ninguém vende.Descargas
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