Resumo
Objetivo: Analisar a diferença na função cardiopulmonar entre músicos de instrumentos de sopro e a população geral de Libertador San Martín, Diamante Argentina entre abril e maio de 2026.
Método: Trata-se de um estudo quantitativo, analítico, transversal, observacional e retrospectivo. Utilizou-se uma amostra não probabilística por conveniência composta por 57 participantes, com idades entre 18 e 50 anos, divididos em 29 músicos e 28 indivíduos da população geral. A função pulmonar foi avaliada por meio do Pico de Fluxo Expiratório (PFE), e a capacidade cardiovascular foi avaliada utilizando-se um teste de esforço em esteira, seguindo o Protocolo de Bruce. Os dados foram analisados por meio dos testes de Shapiro-Wilk, U de Mann-Whitney e Wilcoxon
Resultados: Ao comparar os dois grupos, não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em relação à capacidade de exercício de pico (U = 332,0; p = 0,232), ao tempo máximo alcançado (U = 294,5; p = 0,075) ou aos METs atingidos (U = 319,0; p = 0,149). Dentro de cada grupo, o esforço físico induziu alterações fisiológicas significativas (p < 0,05), aumentando a pressão arterial e a frequência cardíaca, ao mesmo tempo em que reduzia a saturação de oxigênio. A análise dos valores de delta demonstrou que a estabilidade hemodinâmica e as respostas gasométricas pós-esforço foram estatisticamente homogêneas entre os dois grupos (p > 0,05).
Conclusão: A prática regular de instrumentos de sopro não apresenta diferenças significativas nos parâmetros de função pulmonar ou na capacidade cardiovascular em comparação com a população geral avaliada
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